Em meados do século XX, pouco antes da Primeira Guerra Mundial, muitos médicos, enfermeiros e sociólogos perceberam – que um paciente ocupado e produtivo evoluía muito mais em seu processo de cura, que aquele que ficava “restrito ao leito, em total repouso”. Na época, especialmente aos pacientes psiquiátricos, depois tuberculosos (epidemia) e ex-combatentes de guerra mutilados e traumatizados que anciavam por um retorno produtivo na sociedade.
Inicia-se assim, a discussão da possibilidade da ocupação (atividades de qualquer tipo) ser uma forma de tratamento, uma possibilidade de retorno do doente a sociedade; de forma que médicos, arquitetos, enfermeiros, psicanalistas foram construindo os pressupostos da Terapia Ocupacional, firmando-se como um curso de nível superior (1938) - antes curso técnico, e hoje como profissão regulamentada com métodos, instrumentos e finalidades próprios.
Assim a Terapia Ocupacional definiu-se como ciência e arte das ocupações humanas, ou seja, ela não somente estuda o que e como as pessoas fazem suas coisas como é responsável por garantir a funcionalidade da pessoa em seu dia-dia, seja adaptando os objetos que a pessoa utiliza, ensinando novas formas de usá-los ou encontrando formas alternativas que garantam que a pessoa seja respeitada na sua dignidade, potencial e autonomia.
ONDE VOCÊ NOS ENCONTRA?
- Hospitais Gerais e Especializados
- Clínicas, consultórios e centros de reabilitação
- Centros de Reabilitação Profissional e Empresas
- Escolas e centros de apoio ao estudante
- Centros sociais, casa de repouso e asilos
- ONGs e Associações
- Centros Psicossociais
EM QUAIS ÁREAS ATUAMOS?
- Neurologia
- Reumatologia
- Ortopedia e traumatologia
- Psiquiatria e saúde mental
- Dependência química
- Geriatria e gerontologia
- Cardiorrespiratória
- Neonatologia e Pediatria
- Deficiência mental, visual, auditiva
- Dificuldades cognitivas e de aprendizagem
- Oncologia e doenças infecciosas
- Saúde do trabalhador
- Inclusão escolar
- Inclusão social
- Confecções de órteses e adaptações
- Oficinas produtivas
- Pesquisa científica
Nenhum comentário:
Postar um comentário